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região do Caparaó

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Na última terça-feira (2) o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) publicou na Revista da Propriedade Industrial (RPI) a concessão da Denominação de Origem Caparaó para o café da espécie Coffea arabica produzido na região localizada na divisa entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

Com a certificação da Região do Caparaó, o Brasil passou a ter três Denominações de Origem, incluindo as regiões do Cerrado Mineiro e Mantiqueira de Minas.

café arábica do Caparaó
Café arábica. Foto: A. Chepins em unplash.

Em relação ao Caparaó, o selo de Denominação de Origem é para os cafés arábicas em grãos verdes, industrializado seja torrado e/ou torrado e moído, produzido na região do entorno do Pico da Bandeira, na divisa dos estados.

Portanto, o selo vale para os dez municípios do Espírito Santos e seis cidades de Minas Gerais: Dores do Rio Preto, Divino de São Lourenço, Guaçuí, Alegre, Muniz Freire, Ibitirama, Iúna, Irupi, Ibatiba e São José do Calçado, no Espírito Santo; Espera Feliz, Caparaó, Alto Caparaó, Manhumirim, Alto Jequitibá e Martins Soares, em Minas Gerais.


LEIA MAIS: A IMPORTÂNCIA DA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA PARA O CAFÉ


 

Indicações Geográficas e de Procedência

Atualmente o Brasil conta com dez Indicações Geográficas (IG) e sete Indicações de Procedência (IP). Segundo o INPI, a Indicação Geográfica é:

“um ativo de propriedade industrial, usado para identificar a origem de um determinado produto ou serviço, quando o local tenha se tornado conhecido, ou quando certa característica ou qualidade desse produto ou serviço se deva à sua origem geográfica”.

Por sua vez, a Indicação de Procedência diz respeito a cidade, estado, país ou região que ficou conhecido pela produção ou extração de determinado produto ou prestação de serviço.

No Brasil, as Indicações de Procedência são: Alta Mogiana (SP), Região de Pinhal (SP), Oeste da Bahia, Norte Pioneiro do Paraná, Campo das Vertentes (MG) e a mais recente, Matas de Minas (MG).

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