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PARA CAFETERIAS

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E TREINAMENTO EM CAFETERIAS

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Quando pensamos em qualidade de produtos e serviços, você concorda que o nível de treinamento da equipe é diretamente proporcional ao nível da qualidade oferecida pela cafeteria?

Mas se o argumento for financeiro, você já fez a conta de quanto pode ser deixado de lucrar por más performances em um estabelecimento, desde a manipulação de insumos, até atendimento e gestão? 

A qualificação profissional é um grande desafio da gestão de pessoas, mas também pode ser vista como a maior aliada no upgrade de qualidade e faturamento de um negócio.

MAS QUAIS TREINAMENTOS SÃO EFETIVOS?

Muitos são os aspectos a serem desenvolvidos pela equipe de um negócio em café, seja cafeteria, torrefação ou produção. Podemos citar a segurança do trabalho e ergonomia, higiene, procedimentos e operação, hospitalidade, padronização de serviços, vendas, e muitos outros.

Treinamentos com Preparação Estratégica. Crédito: Green Chameleon no Unsplash

É preciso começar pelo básico. Na seleção de um colaborador já se inicia o processo de avaliação da aderência do candidato ao perfil do negócio.

Após a admissão, é fundamental que haja uma integração. É importante que esse novo membro seja acolhido pelos demais, conheça a missão, visão e valores da empresa. A integração precisa envolver a apresentação às estruturas, equipamentos e procedimentos.

Neste momento, o colaborador necessita de informações claras de processos e da cultura, do jeito de ser do negócio e de tudo o que pode integrá-lo ao DNA da empresa.

Mesmo que seja um empreendimento pequeno, os colaboradores devem conhecer como ele funciona de forma holística, de onde vem e para onde vai o fruto do trabalho de cada um.

Implementar a Integração é o Start, um procedimento anterior ao início das atividades de um colaborador.

Fazer esse momento educativo de forma agradável e acolhedora traz a sensação de pertencimento ao novo integrante e isso proporciona melhor engajamento.

COMO PLANEJAR UM PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO?

O programa de desenvolvimento demanda criatividade, principalmente em pequenos negócios, mas listamos a seguir as definições fundamentais.

Levantamento das necessidades de treinamento

Um diagnóstico das necessidades do que precisa ser desenvolvido na equipe a curto, médio e longo prazo, desde a liderança até cada colaborador.

É importante identificar as falhas e antecipar o futuro que se deseja, definindo os objetivos desse aperfeiçoamento para que se atinjam os propósitos do negócio.

É importante refletir sobre o modelo de treinamento. Crédito: Ferenc Horvath no Unsplash

A partir dessa reflexão, o empreendedor poderá traçar seu plano de capacitação e desenvolvimento de pessoas. E esse plano precisa contemplar:

Tipo de treinamento

Técnico, operacional ou comportamental?

Em gestão de pessoas é muito utilizado o acrônimo CHA (Conhecimentos, Habilidades e Atitudes) para compreender as competências das pessoas e assim desenvolvê-las.

Conhecimento é “o saber”, é o que se aprende em sua formação (escolas, cursos, livros) no trabalho e na vida.

Habilidade é o “saber fazer”, é o quanto se é capaz de transformar a teoria em prática.

Atitudes é o “querer fazer”, é como a pessoa se comporta em relação a seus conhecimentos e habilidades.


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Como gestor, é preciso identificar e desenvolver o CHA de seu time. Há situações onde é preciso desenvolver técnicas e padrão de operação de forma mecanicista, porém o fator humano é o que faz tudo acontecer.

Precisamos ter um olhar para desenvolver também competências como motivação, trabalho em equipe, gestão de conflitos, inteligência emocional entre tantas outras.

Muitas vezes o instrutor será o próprio empreendedor, mas também é necessário avaliar a necessidade de buscar essa capacitação fora do seu negócio.

Equipe de Baristas em uma Cafeteria. Crédito: Pixabay

Além de consultorias especializadas (uma excelente opção, porém com um custo maior de investimento), parcerias são importantes e podem diminuir ou zerar esse gasto, contar com o apoio de fornecedores ou cada parte da cadeia produtiva do café também é uma boa estratégia.

Fabricantes e representantes das máquinas de espresso e moinhos, torrefação, fornecedores de insumos, e sistema de gestão de cafeterias podem ter material pronto para cursos e pessoal disponível para este fim.

Há muita oferta de cursos gratuitos online, mas lembre-se que treinamento é hora de trabalho, ao optar por curso online fora do horário de trabalho, o colaborador deve ter essas horas consideradas.

Público alvo

 Identificar que tipo de capacitação será melhor aproveitada, qual linguagem e metodologia serão mais eficientes, levando em consideração o perfil do treinado.

Metodologia

Diversas são as maneiras de proporcionar conhecimento. Desde cursos presenciais, sejam in company ou fora do estabelecimento, até cursos online ou vivências e dinâmicas.

Planejar visitas nas torrefações, nos produtores dos cafés pode ser uma experiência descontraída que pode trazer bons resultados, além de estreitarem as relações.

Nesse sentido, as práticas pedagógicas têm sido cada vez mais dinâmicas e inovadoras.

Custo x Benefício

É preciso levantar e planejar os custos que um programa de capacitação pode trazer. Treinar e desenvolver pessoas requer recursos financeiros e, principalmente, tempo.

Em um primeiro momento, esses valores podem ser considerados custos, mas de fato precisam ser entendidos como investimento.

Esse investimento é responsável pela integração os colaboradores, pelo reconhecimento, e valorização profissional, pela motivação da equipe e pela consequente retenção de talentos que resulta no encantamento dos clientes.


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Cronograma

O desenvolvimento de pessoas precisa ser compreendido como um programa abrangente, portanto deve ser sistêmico, planejado, organizado, com prazos e conter o onde, quando, como e porquê cada ação deve ser feita.

Ao fazer o planejamento estratégico da empresa, ou o plano de negócios, o planejamento de capacitação de pessoas deve estar incluído.

Registros

É importante documentar todas as ações realizadas.

É preciso ter uma cópia dos certificados nas pastas dos colaboradores e lista de presença nos cursos in loco.

Por mais simples ou informal que seja uma ação educativa, há de se estabelecer um protocolo para reforçar o propósito dessas ações.

Elaborar mini provas ou questionários também é uma maneira de registrar e mensurar se a mensagem do treinamento chegou aos treinandos como deveria.

Provas e Questionários de Avaliação do Treinamento. Crédito: Startup Stock no Pexels
Avaliação e Feedback

Após proporcionar meios para o desenvolvimento da equipe, o gestor sempre se questiona como medir o retorno desse investimento.

Essa percepção sobre o impacto do treinamento é tácita, requer observância, mas pode ser traduzida em números tais como redução de absenteísmo, elevação do faturamento e através de pesquisas de satisfação dos clientes.

“Se você acha que a instrução é cara, experimente a ignorância.” ― Benjamin Franklin

A percepção do clima saudável entre os colaboradores também é um indicativo, assim como melhor produtividade, redução de erros operacionais e otimização do tempo.

Precisamos compreender que capacitação da equipe é diferencial competitivo. É gestão da qualidade e busca pela melhoria contínua, portanto é preciosa no planejamento estratégico de qualquer negócio.