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CAFÉ E GENÉTICA: ENTENDA ESSA RELAÇÃO

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A Liga Acadêmica de Genética (LAGen), projeto de extensão da Universidade Federal de Goiás (UFG) publicou por meio da sua página no Instagram, a relação entre o café e a genética.

A publicação traz o estudo recente sobre o porquê o café traz alguns benefícios para o corpo humano, sendo alguns:

  • prevenção ao diabetes e demência
  • melhora no funcionamento do fígado e memória
  • prevenção a ataques cardíacos
  • pode ser relacionamento a maior longevidade
Postagem apresenta dados sobre café e genética
LAGen criou um post que explica a conexão entre café e genética. Reprodução: Instagram

Conforme a pesquisa, esses benefícios podem estar relacionados a processos epigenéticos. A epigenética é a área da Biologia que estuda as mudanças no comportamento de alguns genes sem alterar a sequência genética.

Por meio da epigenética, os cientistas realizaram um estudo preliminar com 15.800 pessoas com ascendência europeia ou africana para compreender os benefícios do café.

No estudo, foi descoberto que quanto mais café uma pessoa bebesse por dia, mais ela teria alterações epigenéticas em 11 partes específicas do DNA. Portanto, a pesquisa demonstra que o café pode influenciar na ativação de alguns genes.

epigenética ajuda a entender os benefícios do café
Mudanças epigenéticas pelo processo de Metilação do DNA.  Reprodução: LAGen

Os cientistas utilizaram outros fatores como peso, idade, sexo, consumo de álcool, cigarro, para descartar se seria apenas uma coincidência ou que estivesse relacionada a outras variáveis.


Saiba mais: VOCÊ SABE PARA QUE SERVE A CAFEÍNA?


DNA pode influenciar no consumo de café

A postagem da LAGen mostra que o nível de metabolização da cafeína pode ser determinado pelo DNA. O estudo publicado pela revista Scientific Reports da Nature e replicado pela Liga, indica que indivíduos que têm o gene PDSS2 consomem menos café, uma vez que a cafeína teria efeito prolongado.

Essa variação do gene PDSS2 reduz a capacidade das células do organismo de quebrarem as moléculas da cafeína, e consequentemente, permite que a substância fique mais tempo no corpo. Por isso, pessoas com esse gene consomem menos café, no entanto, apresentam o mesmo efeito da cafeína, comparado à outra pessoa que ingere maior quantidade da bebida.

Como apresentado, os benefícios do café podem ter relação com os processos epigenéticos, mas ainda é um estudo preliminar que necessita de outros para entender como o café age de fato no corpo. Ainda assim, sendo o primeiro estudo, é um assunto interessante para tentar compreender como a cafeína atua conforme o DNA do indivíduo.

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