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EDITORIAL BARISTA WAVE

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A partir desta segunda-feira (1) começa o Primeiro Campeonato Brasileiro de LatteArt com Leite Vegetal promovido pela NAVEIA. O evento 100% digital contará com a participação de 32 baristas (de 17 cidades e 14 estados brasileiros). O público poderá decidir o vencedor. Quer saber como votar? Continue a leitura para entender!

NAVEIA

O produto NAVEIA Original chegou ao mercado brasileiro em 2020, bebida vegetal de aveia produzida pela Evolat. O objetivo da empresa é não é conquistar só o mercado vegano, mas também o não vegano, oferecendo uma escolha de consumo mais consciente, sem lactose, naturalmente doce e vegano/plant-based.

Os consumidores podem escolher entre os três produtos: o original já disponível no mercado, o achocolatado (lançamento em breve) e o barista, com previsão de lançamento no Campeonato Brasileiro de LatteArt.

O NAVEIA Barista é uma bebida vegetal, e sua fórmula foi desenvolvida especialmente para quem trabalha com a técnica de latte art, já que possibilita conferir textura diferenciada na vaporização.

Campeonato

O Campeonato Brasileiro de LatteArt com Leite Vegetal será 100% digital, devido à pandemia de Covid-19. A competição será no formato TNT (Thursday Night Throwdown), um mata-mata entre dois competidores que vão ser avaliados por três juízes. E quem tiver mais votos, vai para a próxima etapa até chegar a final.

O torneio terá duração de duas semanas, com término dia 13 de março. Os juízes serão formados por:

Anfitrião da NAVEIA: Tiago Rocha, embaixador oficial da marca e atual Campeão Brasileiro de Latte Art no formato tradicional.

Barista renomado: Camila Romano, sócia da King of The Fork.

Voto público: o público em geral terá contribuição na escolha da melhor latte art. Basta entrar no story do @naveia e votar na preferida. Serão quatro partidas por dia, com postagem diária sempre às 12h, com votação aberta por 24 horas.

leite vegetal NAVEIA
Tiago Rocha é o embaixador da NAVEIA. Foto: Divulgação.

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Regras da competição

O participante deverá utilizar o NAVEIA Barista e apresentar uma latte art por rodada.

A técnica poderá ser escolhida conforme sua preferência, a free pour (desenhos à mão livre) ou sketching (com auxílio de palito).  Caso não cumpra as regras, o participante poderá ser desclassificado.

Premiação

O vencedor vai ganhar uma passagem para Taiwan, palco do Campeonato Mundial de Latte Art, que será realizado em novembro. O campeão viajará na companhia de Tiago Rocha, anfitrião do campeonato nacional, e que também concorrerá ao prêmio internacional.

O segundo e terceiro colocado receberão 12 litros por mês do NAVEIA Barista durante um ano.

Conheça os participantes

O 1º Campeonato Brasileiro de LatteArt com Leite Vegetal terá participantes das cinco regiões do Brasil. Confira os nomes:

Anna Luiza Santos – Curitiba (PR)
José Luiz Dominico – Pinhais (PR)
Amanda Albuquerque – Curitiba (PR)
Tamyris Rodrigues de Oliveira Bezerra – Parnamirim (RN)
Renan Dantas – São Paulo (SP)
Ester Vitória Moreira de Souza Rodrigues – Belo Horizonte (MG)
Mariana Mesquita – Brasília (DF)
Carolina Barbosa Xavier – Recife (PE)
Sarah Anne Gomes Soares – Fortaleza (CE)
Luiz Filippe de Simas Silva – Florianópolis (SC)
Felipe Lukasievicz – Curitiba (PR)
Maria Gabriella Araujo Fernandes – Joinville (SC)
Cauê Santos Bohrer – Curitiba (PR)
Daniel Munari – Curitiba (PR)
Lucas Salomão – São Bernardo do Campo (SP)
João Victor Pinto Foster – Rio de Janeiro (RJ)
Bárbara Rebeca de Farias Silva – Manaus (AM)
Giovanna Peixoto Vicentini – Taubaté (SP)
Danilo Lodi de Almeida – São Paulo (SP)
Gabriel Guimarães – São Lourenço (MG)
Thiago Luiz dos Santos – São Paulo (SP)
Daniel Viana – Brasília (DF)
Felipe de Souza – Porto Alegre (RS)
Estela Simões – Brasília (DF)
Leonardo Corrêa Ribeiro – São Lourenço (MG)
Décio Rubem Chaves de Mendonça – São Paulo (SP)
Leonardo Pires de Araújo – Curitiba (PR)
Jonathan de Campos Piazarolo Pereira – Vitória (ES)
Boram Julio Um – São Paulo (SP)
Caroline Malveira Pinto Alves – Belém (PA)
Lidiane Maria dos Santos – Recife (PE)
Ana Luiza Inácio Cavalcante – Boa Vista (RR)

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A Starbucks divulgou no último mês os resultados financeiros obtidos no primeiro trimestre fiscal, correspondente a 13 semanas, que encerrou em 27 de dezembro de 2020.

De acordo com a empresa, a receita líquida consolidada de US $ 6,7 bilhões diminuiu 5% em relação ao ano anterior, principalmente devido ao impacto da pandemia COVID-19.

Esse impacto incluiu os efeitos da redução do tráfego de clientes, operações modificadas, redução do horário de funcionamento das lojas e fechamentos temporários de lojas.

Embora isso seja uma queda em comparação com o ano anterior, de trimestre a trimestre, a Starbucks demonstrou um crescimento na receita de US$ 500 milhões de US$ 6,2 bilhões.

starbucks
Starbucks apresenta balanço financeiro no mundo. Foto: TR/Unplash.

“Estou muito satisfeito com o início do ano fiscal de 2021, com melhorias significativas e sequenciais nos resultados financeiros trimestrais, apesar da contínua interrupção dos negócios por causa da pandemia. Os investimentos em nossos parceiros, inovação em bebidas e relacionamentos digitais com os clientes continuaram a alimentar nossa recuperação e posicionar a Starbucks para um crescimento sustentável de longo prazo ”, afirmou o presidente e CEO da Starbucks, Kevin Johnson.

Ainda Kevin Johnson os resultados demonstraram a força e relevância contínuas da marca da Starbucks, além eficácia das ações realizadas para que a empresa se adaptasse às mudanças no comportamento do consumidor.

“Continuamos otimistas sobre nossa robusta perspectiva operacional para o ano fiscal de 2021, bem como nossa capacidade de desbloquear todo o potencial da Starbucks para criar valor para nossos acionistas”, enfatiza Johnson.

Receitas da Starbucks

As vendas de lojas comparáveis ​​globais diminuíram 5% com relação ao ano anterior, impulsionadas por uma redução de 19% nas transações comparáveis, parcialmente compensadas por um aumento de 17% no ticket médio.

Já as vendas de lojas comparáveis ​​nas Américas caíram 6%, impulsionadas por uma redução de 21% em transações comparáveis, parcialmente compensada por um aumento de 20% no ticket médio.

Nos Estados Unidos, a queda foi de 5 %, com uma diminuição de 21% nas transações comparáveis. Entretanto, tiveram um aumento de 19 % no ticket médio.


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Em relação as lojas ​​internacionais, houve queda de 3%, motivadas pela diminuição de 10% nas transações comparáveis, com ticket médio de 8%.

​Na China, as lojas comparáveis aumentaram 5%, devido ao aumento de 9 % do ticket médio, parcialmente compensado por uma queda de 3% nas transações. Tanto as lojas no país, quanto no exterior possuem um benefício de isenções de impostos sobre valor agregado de aproximadamente 3% e 5%, respectivamente.

A empresa abriu 278 novas lojas líquidas no primeiro trimestre fiscal de 2021, gerando um crescimento de unidade de 4 por cento ano a ano, encerrando o período com 32.938 lojas globalmente, das quais 51 % e 49% eram operadas pela empresa e licenciadas.

Por fim, as lojas nos EUA e na China representavam 61% do portfólio global da empresa no final do primeiro trimestre do ano fiscal de 2021, com 15.340 e 4.863 lojas.

[Artigo originalmente publicado no site da Global Coffee Report]

Na última terça-feira (2) o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) publicou na Revista da Propriedade Industrial (RPI) a concessão da Denominação de Origem Caparaó para o café da espécie Coffea arabica produzido na região localizada na divisa entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

Com a certificação da Região do Caparaó, o Brasil passou a ter três Denominações de Origem, incluindo as regiões do Cerrado Mineiro e Mantiqueira de Minas.

café arábica do Caparaó
Café arábica. Foto: A. Chepins em unplash.

Em relação ao Caparaó, o selo de Denominação de Origem é para os cafés arábicas em grãos verdes, industrializado seja torrado e/ou torrado e moído, produzido na região do entorno do Pico da Bandeira, na divisa dos estados.

Portanto, o selo vale para os dez municípios do Espírito Santos e seis cidades de Minas Gerais: Dores do Rio Preto, Divino de São Lourenço, Guaçuí, Alegre, Muniz Freire, Ibitirama, Iúna, Irupi, Ibatiba e São José do Calçado, no Espírito Santo; Espera Feliz, Caparaó, Alto Caparaó, Manhumirim, Alto Jequitibá e Martins Soares, em Minas Gerais.


LEIA MAIS: A IMPORTÂNCIA DA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA PARA O CAFÉ


 

Indicações Geográficas e de Procedência

Atualmente o Brasil conta com dez Indicações Geográficas (IG) e sete Indicações de Procedência (IP). Segundo o INPI, a Indicação Geográfica é:

“um ativo de propriedade industrial, usado para identificar a origem de um determinado produto ou serviço, quando o local tenha se tornado conhecido, ou quando certa característica ou qualidade desse produto ou serviço se deva à sua origem geográfica”.

Por sua vez, a Indicação de Procedência diz respeito a cidade, estado, país ou região que ficou conhecido pela produção ou extração de determinado produto ou prestação de serviço.

No Brasil, as Indicações de Procedência são: Alta Mogiana (SP), Região de Pinhal (SP), Oeste da Bahia, Norte Pioneiro do Paraná, Campo das Vertentes (MG) e a mais recente, Matas de Minas (MG).

A Probat, líder mundial no mercado de máquinas e fábricas de processamento de café, anunciou seu calendário de eventos digitais para 2021 com o objetivo de oferecer à indústria do café, uma experiência de troca de soluções, desafios e inovações.

Os conteúdos podem ser acessados por meio da roadmap digital, que já está no site da empresa.

Como a pandemia da Covid-19 afetou o mundo, a Probat afirma que a importância dos canais de comunicação digital aumentou. E por isso, criou eventos digitais para seguir com o intercâmbio de informações sobre o setor cafeeiro.

Eventos digitais da Probat

A série criada pela empresa, foi dividida em três formatos: The Pop Up Series, the Heat Series e Connecting Markets digital. A empresa já inclui tópicos sobre o cenário de torrefadores de cafés especiais na Série Pop Up do formato Facebook Live desde 2020.

A série Heat foi criada com o objetivo de oferecer às grandes empresas de café do segmento industrial um formato de conteúdo customizado.

Por sua vez, o evento digital Connecting Markets, que acontecerá de 22 a 24 de fevereiro vai trazer apresentações recentes inovações da Probat voltadas para o futuro em tecnologias ambientais, torrefação e controle. O evento é considerado o centro de informações mais importante da empresa para o ano de 2021.

evento digital da Probat
Banner do evento digital Connecting Markets da Probat. Foto: Reprodução Probat.

Todos os formatos foram criados principalmente no contexto da troca de informações com os clientes sobre os desenvolvimentos de solução mais recentes da Probat.

Ao mesmo tempo, a comunicação digital com o cliente será fortalecida como parte integrante da estratégia corporativa geral da Probat.

A sociedade global sempre esteve sujeita a mudanças constantes, com efeitos variados nas esferas individuais da vida. Atualmente, Probatbat diz que estamos na fase de transformação digital, ainda mais acelerada pela atual crise do coronavírus.

“A digitalização nos oferece a oportunidade de lançar nossos tópicos com muito mais rapidez. Atualmente, esta é a única maneira de manter contato com nossos clientes e com a indústria ”, aponta Jan Molitor, Vice-Presidente Executivo de Marketing da Probat.

“Por isso, buscamos esse tipo de intercâmbio, onde também possamos apresentar nossas soluções e ideias para o setor cafeeiro. Estamos ansiosos por isso, mas também por nos vermos pessoalmente novamente em breve. ”

Ao longo do ano, diversos eventos ocorrerão a cada mês para discutir temas relevantes junto ao setor. Todas as sessões são transmitidas ao vivo por meio dos canais de mídia social da empresa. Não é necessário registro. Todos estão convidados a participar ativamente, seja diretamente no chat ao vivo durante as streams ou enviando perguntas por e-mail com antecedência, as quais os especialistas Probat irão recolher e responder durante o respetivo evento.

Conteúdo originalmente publicado na Global Coffee Report.

Na última semana, a Liga Acadêmica de Genética (LAGen), projeto de extensão da Universidade Federal de Goiás (UFG) publicou por meio da sua página no Instagram, a relação entre o café e a genética.

A publicação traz o estudo recente sobre o porquê o café traz alguns benefícios para o corpo humano, sendo alguns:

  • diabetes e demência
  • melhora no funcionamento do fígado e memória
  • prevenção a ataques cardíacos
  • pode ser relacionamento a um longo período de vida
Postagem apresenta dados sobre café e genética
LAGen criou um post que explica a conexão entre café e genética. Reprodução: Instagram

Conforme a pesquisa, esses benefícios podem estar relacionados a processos epigenéticos. A epigenética é a área da Biologia que estuda as mudanças no comportamento de alguns genes sem alterar a sequência genética.

Por meio da epigenética, os cientistas realizaram um estudo preliminar com 15.800 pessoas com ascendência europeia ou africana para compreender os benefícios do café.

No estudo, foi descoberto que café uma pessoa bebesse por dia, mais ela teria alterações epigenéticas em 11 partes específicas do DNA. O que pode demonstrar que o café pode influenciar na ativação de alguns genes.

epigenética ajuda a entender os benefícios do café
Mudanças epigenéticas pelo processo de Metilação do DNA.  Reprodução: LAGen

Os cientistas utilizaram outros fatores como peso, idade, sexo, consumo de álcool, cigarro, para descartar se seria apenas uma coincidência ou que estivesse relacionada a outro fator.

DNA pode influenciar no consumo de café

A postagem da LAGen mostra que o nível de consumo de café pode ser determinado pelo DNA. O estudo publicado pela revista Scientific Reports da Nature e replicado pela Liga, traz que indivíduos que têm o gene PDSS2 consomem menos café.

Essa variação do gene PDSS2 reduz a capacidade das células do organismo de quebrarem as moléculas da cafeína, e consequentemente, permite que a substância fique mais tempo no corpo. Por isso, pessoas com esse gene consome menos café, mas apresentam o mesmo efeito da cafeína, comparado à uma que ingere maior quantidade da bebida.

Como apresentado, os benefícios do café podem ter relação com os processos epigenéticos, mas ainda é um estudo preliminar que necessita de outros para entender como o café age de fato no corpo. Mesmo sendo o primeiro estudo, é um assunto interessante para tentar compreender como a cafeína atua conforme o DNA.

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A vida útil de uma lavoura de café é de aproximadamente 20 anos. Em seguida, os produtores necessitam recepar ou erradicar a sua produção, e a partir disso, muitos têm dificuldades para encontrar uma destinação para a madeira que não será mais utilizada.

Entretanto, Thiago Wulfert, enxergou uma oportunidade de negócio no fim do ciclo do cafezal. Ele criou a empresa Wood n’ Coffee, responsável por produzir peças a partir da madeira do café.

Quer conhecer essa história? Continue a leitura para saber mais!

Wood n’ Coffee

Após o término da vida útil da lavoura, os produtores precisam arrancar os pés de café, que acabam exercendo duas funções: lenha para os maquinários e fogueira.

A segunda opção, conforme aponta a Wood n’ Coffee, gera uma grande emissão de CO, CO₂ e gases tóxicos que são prejudiciais ao meio ambiente, colaborando ainda mais para o aquecimento global.

Para evitar essa grande queima de madeira, foi criada a Wood n’ Coffee, com o objetivo de transformar os troncos de café em produtos voltados para os apaixonados pela bebida.madeira de café

“Inicialmente foi um hobby de trabalhar com madeira, mas em uma confraternização conversando com um amigo comentei que iria fazer uma colher de cupping com a madeira de café. Pois já tinha conseguido um tronco para testar”, comenta Thiago Wulfert sobre como tudo começou.


LEIA: DO FILTRO DE CAFÉ USADO, À ARTE


Thiago ainda cita que acreditava que o produto não teria aceitação, mas que teve uma surpresa, pois várias pessoas abraçaram a ideia e inclusive, realizaram pedidos.

“Após fazer a primeira colher, apresentar e ter esse retorno de mais de 40 profissionais do meio, ficou claro para nós todo o propósito da Wood n’ Coffee. Não só pegamos a madeira e confeccionamos peças, tentamos aumentar o elo de ligação da corrente do café”, destaca.

 

Mesmo com a pandemia da Covid-19, Thiago enfatiza que está contente com a aceitação, e que a cada dia que passa, mais pessoas e empresas têm se interessado nos produtos, além de apresentarem vários feedbacks positivos. “Isso ajuda a consolidar a ideia de que estamos no caminho certo, nos encanta saber e fazer parte desse universo do café”.

Sustentabilidade

A empresa trabalha com os três pilares da sustentabilidade atuando no âmbito social (não gerando CO₂, a queima, dentre outros), econômico e ambiental (por meio do código de rastreabilidade).

Sobre o código de rastreabilidade, Thiago explica que todas as peças de madeira de café produzidas pela Wood n’ Coffee possuem um código (Exe.: SC 03) que possibilita aos clientes visualizarem a origem da madeira no site da empresa.

“Aplicamos a rastreabilidade em cada peça, trazendo as informações da madeira e da propriedade de origem para os nossos clientes. Possibilitando uma exposição, e quem sabe até ajudando o produtor com a venda dos seus cafés”, afirma.

Produtos com madeira de café

Atualmente a empresa fabrica quatro produtos principais, sendo eles:

  • Colher de Cupping, com ou sem base
  •  Porta Cápsulas (Nespresso, Dolce Gusto ou 3 Corações)
  • Kit Copo Espresso – (2 copos e 2 pires rústicos)
  • Dosador
  • E outros produtos exclusivos como troféus
Colher de cupping com base.          Foto: Wood n’ Coffee

Thiago Wulfert diz que a empresa tem a possibilidade de atender diferentes tipos de mercados, e que por isso, a intenção é oferecer produtos com preços justos. Ele explica que atualmente o produto mais caro é a colher de cupping com base, que custa R$ 139,90, e o mais econômico é o dosador, com valor de R$ 24,90, todos com preço de varejo.

copos de madeira de café

Mas, a Wood n’ Coffee também trabalha com valor de venda para atacado, voltado para as empresas, cafeterias e torrefações, que desejam presentear seus clientes com os produtos. Atualmente a empresa exporta para países como Itália, Holanda e Arábia Saudita.

Como apresentado, a Wood n’ Coffee surge como uma solução sustentável para que o ciclo de produção do café possa ser benéfico do início ao fim.  Os produtores passam a ter uma destinação para os troncos de café e os clientes, além de adquirirem um produto personalizado, ainda contribuem para o meio ambiente.

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Quem está bem envolvido na área do café já deve ter notado o padrão “barista tatuado”. Afinal, é um segmento que atrai muitas pessoas alternativas. Mas será que tatuagem de barista é um arquétipo real? Se sim, será que é positivo para os aspirantes e profissionais já inseridos no mercado?

O assunto é mais amplo do que parece. Da Austrália até o Brasil, há muitas opiniões e depoimentos que podem fazer com que você veja a tatuagem para além de uma escolha pessoal: para alguns, ela chega a ser característica da profissão.

Continue lendo para entender toda essa conversa!

O que estão falando

Internacionalmente, já se fala sobre o assunto há alguns anos. Em 2014, a barista Candy Weiss — na época já com 14 anos de atuação — analisou a situação a partir de sua perspectiva vivendo em Melbourne, na Austrália. Vale lembrar que o país é conhecido por sua forte cultura de café, inclusive sendo o berço de alguns drinks clássicos.

Em um artigo escrito para a Cafe Culture, Candy conversa com outros profissionais e amantes do café para entender como a tatuagem impacta na impressão do barista aos olhos dos empregadores e dos clientes.

Ela descobre que há cafeterias suburbanas com um público mais velho e conservador, o que pode significar dificuldades na contratação de alguém cheio de tatuagens, piercings, cabelos coloridos e modificações corporais no geral. 

 

Contudo, ela também percebe que, em outros locais, esse visual “descolado” é exatamente o que a clientela espera de quem está atrás do balcão.

De 2014 para cá, essa impressão se tornou mais acentuada. Em fevereiro de 2020, mesmo, o site de sátiras The Knockbox publicou um post brincando com a situação, com o título “Barista sem tatuagens ou piercings não é levado a sério pelos clientes”. Ou seja, a coisa já virou até motivo para piada.

No ano passado, o barista JP Blignaut também teve um artigo sobre o assunto publicado, dessa vez na Coffee Magazine. Ele traz o tema para a união de paixões, que é a tinta na pele e o trabalho com café em si. O que nos leva a outro ponto…

Tatuagem de barista tem que destacar o café?

Esse é um outro lado do debate. Até agora, falamos sobre as tatuagens como parte do visual esperado do barista, o que pode ou não acontecer dependendo da região onde a cafeteria se encontra. O que o público espera tem mais a ver com ele próprio do que com os trabalhadores.

Com isso em mente, há também os profissionais que não apenas possuem tattoos, como também fazem delas uma extensão do ofício que tanto amam. Blignaut, que citamos há pouco, fez exatamente isso: tatuou uma cafeteira AeroPress no braço. A ideia é ter uma lembrança permanente de onde ele começou e do que ele escolheu como carreira.

Temos um exemplo também no Brasil: Renato Gutierres, do Barista At Work, falou sobre como a tatuagem significa, para ele, a “eternização de algo significativo” e que sempre esteve presente em sua vida. 

Se você pesquisar por “tatuagens de barista” em sites como o Pinterest ou Instagram, encontrará uma infinidade de exemplos para se inspirar. Portanto, realmente não é difícil que cada vez mais baristas apaixonados se rendam a essas artes, seja com simples xícaras ou com imagens que representem a produção dos grãos.

Ainda assim, o debate sobre tatuagem de barista é muito mais relacionado ao possível dilema de ter ou não tattoos, do que sobre o que elas ilustram. A escolha por representar o café na pele vem de um lugar de paixão, portanto, é natural para muitos profissionais.

Como sociedade, no geral, estamos bem mais avançados do que décadas atrás a respeito de tatuagens no trabalho. Ainda não é possível dizer que elas são esperadas, necessariamente, em baristas — mas certamente não são rejeitadas.

 

Os gigantes do trash metal, a banda alemã Kreator, acaba de lançar a sua própria marca de café, intitulada “Black Sunrise”, em referência à música do álbum “Outcast” (1997). O anúncio foi feito nesta quarta-feira (25) por meio do Instagram.

Características

Foto: Reprodução Instagram Kreator.

A produção do Black Sunrise é feita com grãos do tipo catuaí amarelo, adquiridos da Fazenda Santa Cecília, do produtor Everaldo Gonçalves de Siqueira, localizada no Carmo do Paranaíba, região do Cerrado Mineiro.

“O Brasil é um dos nossos lugares favoritos do mundo e nós queríamos homenagear isso com esse café delicioso suave e com tons de chocolate. Conheçam o Black Sunrise!”, declara a banda.


LEIA TAMBÉM: ROCK E CAFÉ: UMA COMBINAÇÃO ALÉM DAS NOTAS


A torrefação dos grãos é feita pela empresa The Barn, da Alemanha, responsável também pela comercialização. O café será vendido no exterior em pacotes de 250 g, com entrega grátis em território alemão. Ainda não há informações sobre a venda no Brasil.

O Black Sunrise apresenta notas de chocolate ao leite, figo e bourbon. O café é ideal para espressos.

Café e metal

Foto: Reprodução Coffee Hunter.

O Kreator não é a única banda no cenário do metal a lançar a sua própria marca de café. Em 2020, o Sepultura, quarteto do metal brasileiro reconhecido internacionalmente, criou o “Sepultura Coffee Hunter” em parceria com a Coffee Hunter,  projeto conduzido por Felipe Giglio e Gustavo Giglio.

O café foi lançado em homenagem ao dia Mundial do Rock, comemorado no dia 13 de julho. A venda ocorreu somente no Brasil, em edição limitada e exclusiva. O Sepultura Coffee Hunter foi produzido com grãos catuaí vermelho da Fazenda Santa Eudóxia, na cidade de Ouro Fino, em Minas Gerais e torrado pela Café Hotel, em São Paulo.

“O Sepultura é uma banda que busca inovar e associar a nossa marca à produtos de qualidade. Minas Gerais segue no topo como maior estado produtor de café do Brasil, e isso nos proporcionou à essa experiência. Espero que vocês gostem!”, comentou Paulo Xisto, baixista do Sepultura.

Lamb of God

Outra banda que anunciou este ano a própria marca de café foi a Lamb of God, o grupo estadunidense criou o “Memento Mori”, produto com o mesmo nome de uma das faixas do seu novo álbum “Lamb of God”.

A motivação para a criação do café veio do guitarrista Willie Adler, coffee lover da banda. Entusiasta, o músico inclusive torra o próprio grão em casa.

Foto: Reprodução Lamb of God Coffee.

O café da Lamb of God foi produzido com grãos cultivados em El Salvador e foi torrado pela Nightflyer Roastworks, localizada em Charlotte, na Carolina do Norte.

Como apresentado, as bandas de metal têm visto no café uma oportunidade de divulgarem a sua marca e oferecer ao público um produto de qualidade. Nessa parceria, todos saem ganhando. E você, gostou da novidade? Compartilha com os amigos!


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    O café é a segunda bebida mais consumida do mundo, elemento tão adorado que tornou-se uma cultura, que transpassa para o universo da moda, com a utilização de camisetas, meias, pins, lenços e demais itens inspirados na bebida.

    Para entender a relação entre moda e café, conversamos com Leonardo Gonçalves do Cafe ao Leu, e Kelly Stein, jornalista responsável pela Curadoria Coffea.

    Moda Cafeinada em Cafeterias

    Os apaixonados por café ampliaram o seu amor pela bebida para artigos de moda. Pensando nisso, muitas cafeterias passaram a oferecer em seu espaço modas inspiradas em café, como é o caso da Cafe ao Leu, localizada em Copacabana, no Rio de Janeiro.

    Reprodução: Cafe ao Leu.

    Leonardo Gonçalves comenta como surgiu a ideia de vender produtos de moda cafeinada em sua loja.

    A ideia de vender artigos de moda cafeinada foi uma demanda, eu vi uma necessidade no mercado, vi que pessoas queriam vestir café, não só queriam consumir café especial, queriam vestir café.

    Os produtos oferecidos na Cafe ao Leu são meias, camisetas e ecobags. Mas o que mais dá retorno são as meias, conforme explica Leonardo. Os produtos que a gente oferece no Café ao Leu, fora o café, as meias são os que vendem bastante. É o que temos mais procura, talvez pelo mercado não oferecer tanto isso”.

    Meias Cafe ao Leu

    Apesar do sucesso das meias, Leonardo comenta que seu principal foco é a venda de cafés. Além disso, não oferece mais acessórios do vestuário porque o espaço da cafeteria é reduzido.

    “Então eu comecei a criar os produtos que eu ofereço na minha loja. Só que eu sou uma empresa pequena, tenho um espaço pequeno, por isso eu não tenho muita coisa, até para não perder o foco, porque meu foco é vender café”, ressalta Leonardo.


    LEIA:  3 CORAÇÕES E IMAGINARIUM LANÇAM CAFÉS GOURMET ESPECIAL FRIENDS


    Curadoria Coffea

    Kelly Stein, diferentemente de Leonardo Gonçalves, não é proprietária de cafeteria, a jornalista é responsável pela criação da Curadoria Coffea, parceria realizada com a Loja Menu Café, que hoje conta com uma sessão exclusiva para moda cafeinada. 

    Kelly Stein criou a Curadoria Coffea

    Na curadoria, Kelly reúne diferentes itens da moda cafeinada como: camisas, meias, lenços, gravatas dentre outros. Ela relata que a ideia de criar uma curadoria aconteceu porque as pessoas passaram a perguntar como ela havia adquirido produtos inspirados na moda de café. 

    Meia Jaca Aeropress

     “Com o perfil do Coffea, às vezes eu aparecia com uma meia, um lenço e até broche, e a pessoa falava “aí, que lindo, eu quero também, onde você comprou?”, comenta.

    Por perder muito tempo enviando links dos lugares que tinha comprado os produtos, a jornalista resolveu reunir em um só lugar todos os objetos que usava no seu dia a dia.

    Tendência 

    Para Kelly Stein, a comercialização de produtos com o tema café é uma tendência que vem crescendo naturalmente, à medida que há mais divulgação e popularização dos cafés especiais. Ela cita a influência de mercados como o de cerveja, vinho e whisky.

    A jornalista acredita que a moda cafeinada pode aumentar, quando a “bolha” dos cafés especiais for furada, e chegar até os consumidores que compram o café no mercado.

    A minha perspectiva é que haverá um aumento da comercialização de peças do vestuário com tema de café no Brasil a medida que esses consumidores começarem a entrar e se divertir e aprender com o mundo dos cafés especiais, os cafés de qualidade, Kelly Stein.

    Conclusão

    Neste artigo apresentamos como os consumidores além de apreciarem a bebida, transpassam o seu amor pelo café para as peças do vestuário e realmente abraçam a causa. A moda cafeinada também surge como uma oportunidade de negócio para as cafeterias, que podem oferecer um produto diferenciado para o cliente.

    Alguns nichos já investem na moda, principalmente o mercado cervejeiro, com itens que vão desde camisas engraçadas à chinelos. Ainda não se sabe a real expansão no universo dos cafés, mas já existe um caminho que vem sendo trilhado por algumas empresas.

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    A Semana Internacional do Café começa nesta quarta-feira (18) e termina na sexta-feira (20), das 09h às 21h. Devido à Covid-19, o evento este ano será 100% online e gratuito. A programação conta com diferentes temas e inúmeros convidados, dentre eles Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza), João Appolinário (Polishop), Carlos Brando (GCP), Pedro Lima (Grupo 3corações), dentre outros.

    Programação SIC 2020

    A Semana Internacional do Café contará com seis segmentos: agronegócio, barista, comercialização, cafeteria, consumo e torrefação.

    O público terá a  sua disposição conteúdos em diferentes formatos: entrevista, painel, curso, documentário ou premiação.

    SIC 18/11

    Reprodução: site oficial SIC 2020

    A abertura da SIC 2020 terá a entrevista de Janice Kiss com o presidente do Grupo 3corações, Pedro Lima, das 09h às 10h. O encerramento do dia será com o painel Lançamento do Projeto Nescafé, das 20h às 21h.

    A programação completa do dia 18 de novembro está disponível aqui.

    SIC 19/11

    Os painéis de Agronegócio abrem o segundo dia de evento, das 09h às 10h. O primeiro será sobre “Cafés de Minas: Diversidade, Qualidade e Histórias de Vida” e simultaneamente “Sustentabilidade em Rede – Pontos de atenção na comercialização e produção de cafés em meio ambientes completos”.

    O painel “Fala Barista” irá encerrar a programação do dia 19 de novembro.

    Reprodução: site oficial SIC 2020

    Veja a programação completa do dia 19, clicando aqui.

    SIC 20/11

    O último dia de evento começará com o segmento comercialização, será em formato entrevista com o Bate-Papo com Ricardo Tavares e Rodrigo Montesanto do Grupo Montesanto Tavares. A edição da Semana Internacional de Café de 2020 encerra com o Prêmio Coffee of The Year, marcado de 20h às 21h.

    A programação completa pode ser acessada aqui.

    Inscrições

    Os interessados podem fazer a inscrição no site da Semana Internacional do Café para ter acesso as conteúdos do evento. Lembrando a SIC será 100% online e gratuita.

     

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